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O estabelecimento das áreas de expansão de Camaçari decidido pelo último Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) da cidade vai ter um forte impacto na vida dos 220 mil habitantes do município, que possui 760 quilômetros quadrados de área e é dono de um rico ecossistema com praias, dunas, rios, lagos e diversificada vegetação, além de ser sede do maior complexo industrial integrado da América do Sul. Espera-se mesmo que o ordenamento de Camaçari proporcione um maior crescimento e expansão econômica para a região, que exige uma constante ampliação da malha urbana. |
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Com o novo PDDU, o município ganha um instrumento capaz de definir e estabelecer as funções sociais da cidade e da propriedade urbana, tendo sido discutido nas comissões de urbanismo, meio ambiente, gestão e cidadania, desenvolvimento econômico e social. Afinal, a preocupação com o espaço urbano de Camaçari vem desde a década de 70, com a campanha pela Reforma Urbana, quando o local ainda tinha características de balneário, formado por sítios e fazendas com pequena produção agropecuária. Muito diferente de hoje, quando se experimenta um crescimento e ocupação acelerados, integrando a cidade à Região Metropolitana de Salvador e a reconhecendo como área de forte interesse turístico.
Em Salvador, o novo PDDU também irá nortear os caminhos da cidade durante os próximos anos. As questões mais polêmicas são a verticalização da orla, a ocupação da Avenida Paralela e a manutenção do formato unidomiciliar no Caminho das Árvores. Cinco itens chamam a atenção: maior competitividade e estímulo para a atividade econômica; conservação de ecossistemas e recursos naturais; melhor organização da sociedade e democratização de instituições; redução da pobreza e desigualdades sociais e ordenamento do crescimento urbano municipal, possibilitando a destituição de favelas nas áreas mais carentes.
Espera-se que o novo PDDU traga melhorias efetivas para Salvador, tanto para a orla quanto para o novo endereço da cidade, a Avenida Paralela, vetor de crescimento já definido. Ambas as regiões são importantes economicamente por terem condições para atração de novos investimentos, o que resulta na absorção de mão-de-obra
atualmente desempregada e que precisa de inserção no mercado de trabalho.
O planejamento organizacional das duas cidades não envolve apenas a dimensão urbano-espacial, mas uma totalidade de aspectos que fomenta a sua dinâmica, como cultura, geração de emprego e renda, perspectivas habitacionais para a população de baixa renda, bem como iniciativas voltadas para a promoção da cidadania.
Acesso das crianças a internet deve ser supervisionado
JULHO |
AGOSTO |
ANO |
12 MESES |
||||
| INCC-M (FGV) | 1,42 |
1,27 |
9,028 |
10,993 |
|||
| IGP-M (FGV) | 1,76 |
-0,32 |
8,350 |
13,630 |
|||
| INPC (IBGE) | 0,58 |
0,21 |
5,087 |
7,150 |
|||
| IPCA (IBGE) | 0,53 |
0,28 |
4,484 |
6,165 |
|||
| IPC (SEI/SSA) | 0,45 |
0,38 |
4,668 |
6,362 |
|||
| ICV (DIEESE) | 0,87 |
0,32 |
4,845 |
6,955 |
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| TR | 0,191 |
0,157 |
0,607 |
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